4 impressões sobre o musical “O Rei Leão”

Fui ontem assistir o musical “O Rei Leão – O novo marco de São Paulo” e resolvi deixar registrado aqui o que achei!

Confesso que não estava me sentindo muito animada para ver a peça.  Não sei se foi porque  me decepcionei com o último musical que assisti (A Família Adams)  ou então por já conhecer a história de Simba de trás pra frente (o VHS arranhado dos anos 90 entrega), mas o fato é que minhas expectativas não estavam altas.  

Achei que ia ver mais do mesmo, sem grandes novidades e queixos caídos. Mas que surpresa grata! As baixas expectativas me fizeram arrepiar já logo na primeira nota da música de abertura.

Com vocês, minhas 4 impressões detalhadas sobre o musical “O Rei Leão”

1) Os personagens cômicos.

Uma atração a parte que me ganhou. Zazu, o pássaro conselheiro do rei, as Hienas, ajudantes do vilão Scar e os incomparáveis Timão e Pumba roubam a cena cada vez que aparecem no palco. Super carismáticos, eles garantem risadas pela platéia com piadas adaptadas para nossa cultural e momento atual. Não se espante quando Zazu cantar “Show das Poderosas” ou as Hienas soltarem um “É NÓIS, QUEIROZ”.

2) A pronúncia da Nala.

Aqui um incômodo: na sessão que assisti, segundo a listagem do elenco da noite, a atriz Josi Lopes era quem interpretava Nala. Ela canta muito bem, disso não há dúvidas. Mas ao meu ver, em vários momentos seu sotaque acabou atrapalhando o entendimento das falas. Por conta da pronúncia diferente, achei que ela fosse uma das 11 representantes sul-africanas do elenco original do musical da Broadway. A surpresa apareceu quando fui pesquisar para escrever esse post e descobri que a atriz na verdade é mineira! Juro que fiquei sem entender essa. Mas não fui a única a ter essa impressão, viu?

3) A produção impecável

Scar e Mufasa

Cenário, montagem, sonografia, figurino, coreografias: tudo perfeito, sem nenhuma falha. As cenas em que quase todo o elenco aparece são emocionantes.  Os atores manipulando máscaras e estruturas de animais como se fossem extensões do próprio corpo de modo tão leve e as músicas em coro cantadas em dialeto africano são maravilhosas. Você não tem vontade de piscar os olhos pra não perder nenhum detalhe.

(Sem spoilers, mas caso você queira matar a curiosidade e ter uma ideia dessa sensação, vários vídeos com cenas do musical da Broadway pelo mundo estão disponíveis no Youtube)

4) Os solos. 

Como qualquer musical que se preze, existem também as cenas solo que acabam sendo um pouco cansativas. Principalmente no segundo ato, pós intervalo. Nada que comprometesse ou fizesse eu gostar menos do musical, mas pode ser um pouco entediante pra quem não gosta desse gênero teatral.

Captura de tela 2014-01-24 às 22.51.29

No final de tudo, pra resumir, acho que o espetáculo vale totalmente o investimento. É um produção linda, de emocionar.

A peça estreou ano passado no Teatro Renault e fica em cartaz até dia 02 de março, aproveitem! Sessões de quarta a domingo.

Um agradecimento mais que especial para o senhorito Bruno Narchi, por promover o amigocínio à peça e ser uma companhia muito divertida, principalmente na hora de bater palmas no fim dos atos 😉

Anúncios

4 profissões que um dia já quis seguir

Durante os corridos anos de colegial, as perguntas que curso prestar no vestibular? e que faculdade escolher? assombram todo mundo…  Uns podem ser mais decididos que outros quanto a profissão dos sonhos, mas mesmo assim, a dúvida sempre está no ar. Escolher o que fazer para o resto da vida (há controvérsias quanto a isso) é um peso muito grande para um jovem que só está querendo se formar.

Mas eu não estou falando deste tipo de dúvida! Tchau papo chato! 😉

Queria falar  sobre aquelas profissões dos sonhos que toda criança tem e que as vezes podem ser meio bizarras (no meu caso, sim, com certeza!). Dia das crianças já foi, mas o mês continua aí!

Passei por fases e fases, nenhuma delas querendo ser modelo ou cantora (sorry decepcionar). Porque, né? A criança tinha imaginação fértil, mas a realidade de não ser alta e magra ou afinada era óbvia. Enfim, esses dias estava relembrando essas fases e quis compartilhá-las por aqui 🙂

Com vocês, minha lista de profissões dos sonhos (quando criança):

Kelly Caixa Registradora

1) Operadora de Caixa Registradora no Supermercado

O número 1 da lista, sem dúvidas, foi uma vontade muito forte por algum tempo… Eu ia no supermercado e adorava ver produto por produto passar na máquina que apitava toda vez que reconhecia um código de barras. Digitar no teclado códigos e mais códigos e arrancar a nota fiscal da impressora também me pareciam ser atividades sedutoras para a vida…

Com uns 6 anos (não lembro a idade certa), enquanto a idade pra trabalhar não chegava, ganhei um caixa registradora de brinquedo para ir “treinando” 😉 A prática (mesmo que de brincadeira) surtiu o efeito positivo: acabei desistindo da ideia… Era muito tempo sentada, sabe?

O que me leva a segunda profissão da lista…

2) Assistente de Caixa Registradora

Essa opção unia o útil ao agradável! Eu podia continuar mexendo de vez em quando na “máquina mágica”, mas não só isso, poderia desfilar pelos corredores do supermercado com meus super patins entre uma hora ou outra 😀 Vai dizer, toda criança ficava encantada ao ver aquelas mulheres patinando pela loja! Hoje em dia, nem sei se existe mais essa função… eu pelo menos, nunca mais vi nenhum moça de patins por aí.

Barbie Comissária de Bordo

3) Aeromoça

Voando para profissões mais altas (desculpa, trocadilho bobo), depois do lançamento Barbie Aeromoça, comecei a olhar esse profissão com outros olhos! Glamour define: maquiagem digna, uniforme impecável e poder viajar pelo mundo a trabalho, ganhando pra isso, era só com o que eu podia sonhar. Imagina acordar cada dia em um país diferente? Os filmes do final dos anos 90 e começo dos anos 00 ajudavam também: Voando Alto com Gwyneth Paltrow era clássico de sessão da tarde!

4) Apresentadora de Talk Show

Por fim, a profissão que ainda hoje é dos sonhos quem sabe um dia! Oprah, minha ídola mór inspirou, mas na época valia imitar tudo pra praticar: de Hebe Camargo e Adriane Galisteu a ajudante de palco do Fantasia (brincadeira). Tenho um monte de gravações das minhas tentativas frustradas de apresentar um programa próprio (tempo ocioso de férias escolares dava nisso…). Era tipo “one woman show”, às vezes com convidados especiais (no caso, minha irmã), explorando todos os meus talentos artísticos de: entrevistadora, reprodutora de fofocas, âncora de notícias, garota do tempo e até de promotora de merchandising 😉

No fim das contas, nem tanto perrengue, nem tanto glamour, acabei seguindo  outra opção (triste, eu sei, queria patins pra vida!).

Escolhi cursar Publicidade e Propaganda como faculdade… Vamos ver no que dá 😀

4 comentários sobre “The Bling Ring”

Eu queria deveria ter escrito esse post há duas semanas atrás, quando vi o filme “The Bling Ring” no seu fim de semana de estreia aqui no Brasil. Mas como o tempo voa e a gente nem percebe, só agora sentei pra escrever.

Não faz mal, as impressões e comentários continuam os mesmos e fresquinhos na memória (com a ajuda de  pesquisas profundas Google)

Pra quem não sabe, o filme conta a história real de um grupo de adolescentes norte-americanos riquinhos que entre 2008 e 2009 se juntaram para roubar casas de celebridades como Paris Hilton, Lindsay Lohan e Orlando Bloom. A gangue Hollywoodiana que ficou conhecida como “The Bling Ring” conseguiu em pouco tempo, despertar muita atenção nos holofotes e dar um prejuízo maior que US$3 milhões entre roupas, jóias, bolsas e dinheiro.

Na época, o assunto foi destrinchado pela jornalista Nancy Jo Sales em um artigo para a Vanity Fair (“The Suspects Wore Louboutins”) e em 2012, inspirou Sofia Coppola para sua mais nova produção cinematográfica. Posso dizer?

Na minha humilde opinião, o filme decepcionou depois de tanta expectativa. Aqui vão minhas impressões gerais 🙂

1.)  Sinto que o filme podia ter explorado muito mais as questões e conflitos pessoais de cada personagem. Depois dos 90 minutos de filme, a sensação era de superficialidade. Tudo acontece muito facilmente e rapidamente, sabe? Se a ideia principal era representar o mundo superficial desses jovens, a obsessão e culto as celebridades abusivo poderia ser trabalhado em profundidade, por exemplo.

No geral, senti que o roteiro e produção não foram além. Tudo bem que há um cuidado maior quando o filme é baseado em uma história real, pública e recente, mas há uma licença poética esperada, quando uma adaptação desse tipo acontece. Afinal, ninguém quer ir ao cinema para rever exatamente as mesmas cenas e falas já vistas em artigos, noticiários e até realities sobre o tema, né? #prontofalei

2.) Além disso, a repetitividade (existe essa palavra?) das cenas é outro comentário negativo. O filme basicamente se divide em cenas de roubos, festas, compras e drogas. E só. Nada mais.

3.) Saindo da minha opinião e indo para curiosidades: na época dos assaltos, o grupo tentou entrar também na casa da Ashley Tisdale (que atuava em High School Musical) mas quase foram pegos e desistiram.  Já Paris Hilton não teve tanta sorte e sua casa foi roubada diversas vezes.

A resposta? Paris Hilton emprestou sua casa e pertences para as gravações do filme (além de fazer uma participação muito rápida em uma das cenas, sendo uma party girl, ela mesma)! hahaha

4.) Continuando a falar da realidade, encontrei a história  (no mínimo bizarra) de Alexis Neiers, a membro que no filme é interpretada por Emma Watson.

Ela não foi a líder da gangue, mas com certeza, foi quem conseguiu mais “minutos de fama”. Filha de uma ex-coelhinha da Playboy, ela cumpriu sua pena na prisão por longuíssimos 30 dias e hoje se diz modelo, atriz, professora de pilates e pole-dancing, além de estar casada e ser mãe (#chocada). O mais bizarro é que na mesma época em que o escândalo estourou, ela gravava um reality show  sobre sua vida pessoal para o canal E!  junto com sua irmã adotiva Tess Taylor.

Fotor0906181656

Dá pra você conferir alguns destaques do reality “Pretty Wild” aqui Aí você entende o quanto nada foi muito inventado no filme e que eles estavam falando sério com “baseado em fatos reais“…

Meu conselho final? Se a sua curiosidade é grande, assista (até porque, sua opinião pode ser bem diferente da minha)!  Em último caso, o figurino cheio de assinaturas da moda vai fazer você suspirar. 😉

4 curiosidades sobre o filme Universidade Monstros

O décimo quarto filme da PIXAR – Universidade dos Monstros – estreou no Brasil dia 21 de junho de 2013, mas só consegui assistir essa semana.

“A animação se passa 10 anos antes de Mike Wazowski e James P. Sullivan se tornarem a dupla de maior sucesso da Monstros S.A, quando esses eram apenas calouros de faculdade e nem tão amigos assim. Ao decorrer do primeiro semestre como universitários, os dois passam por certas dificuldades comuns que acabam os aproximando”.

O filme conseguiu o topo do ranking em seu fim de semana de estreia, arrecadando 82 milhões de dólares, apenas nos Estados Unidos. Segunda maior bilheteria de estreia de um longa da PIXAR (ficando atrás apenas de Toy Story 3, que arrecadou um pouco mais de 100 milhões de dólares em seus primeiros dias), Universidade Monstros continua levando muita gente aos cinemas.

Logo, só estou um pouquinho atrasada para comentar sobre ele, né?

Por conta disso, ao invés de fazer comentários pessoais que podem soar repetitivos ou entregar spoilers pra quem ainda não viu, vou falar sobre 4 curiosidades que envolvem essa mais nova animação:

1.) O primeiro filme da série foi lançado em 2001 pra quem não lembra (sim, faz mais tempo do que você imaginava), mas Monstros Universidade é a primeira pré-sequência (ou prequel) que os estúdios PIXAR desenvolve para uma de suas franquias.

2.) O filme dirigido por Dan Scanlon (de Carros) e produzido por Kori Rae (de UP!, Os Incríveis e Monstros S.A.) teve o maior número de roteiros gráficos já feitos para um filme da PIXAR:  100.856!

3.) O endereço de uma das fraternidades de estudantes da UM, a Oozma Kappa, é o mesmo endereço de onde o diretor Dan Scanlon morou na sua infância. Da mesma forma, o endereço que aparece no cartão de visitas de Don Carlton, um dos membros da fraternidade é 1200 Dark Ave, lugar onde ficam os estúdios Pixar em Emeryville.

4.) A UM – Universidade Monstros foi fundada em 1313 e oferece seis opções de cursos para seus estudantes: Faculdade de Sustos, Faculdade de Engenharia, Faculdade de Humanidades e Monstruosidades, Faculdade de Ciências, Faculdade de Negócios e Faculdade de Esportes Aquáticos.

Gostou? Se você ainda não escolheu o que quer prestar, está desiludido com seu curso em uma faculdade humana comum ou mesmo se já  é graduado que tal considerar a Universidade Monstros? A reitora tem até um recado para você:

O mais legal de tudo, é que ao invés de um hotsite temporário para promoção do filme, os produtores criaram um site completo com todo o tipo de informação institucional sobre a universidade para os interessados de plantão. Pra você se convencer de vez: http://monstersuniversity.com/edu/

Curiosidade extra que só vale uma pequena menção: sabia que o Michel Teló participou da dublagem do filme na versão brasileira? Não que tenha sido muita coisa, ele dubla um personagem que aparece por incríveis 4 segundos em cena!

4 Posters “Na Casa da Joana”

Em tempos de manifestações mil e entrega de trabalhos finais elevados ao cubo, acabei abandonando o blog. Mas sabe como é, né? Situações desesperadas, medidas extremas. O importante é que continuo firme e forte, com um post-dica rapidinho!

Em um dos poucos momentos de relaxamento na semana, pelas andanças da internet, conheci uma loja virtual muito bacana, a “Na casa da Joana“!

A loja criada por uma publicitária e um artista plástico tem uma seleção incrível de pôsteres à venda pra te ajudar a aderir ao manifesto “não às paredes brancas”! 😛 Dá pra escolher ainda o tamanho e tipo de papel com a ilustração que você preferir.

Acabei não comprando nada (salário de estagiária não está permitindo esses luxos), mas vontade não me faltou!

Além de uma preocupação com design muito legal, a maioria dos pôsteres vêm com frases cômicas e inspiradoras cheias de personalidade. Perfeito pra pendurar no quarto ou escritório e ver todo dia, pra se sentir mais leve!

Minha seleção de favoritos:

“Seja você mesmo, mas nem sempre seja o mesmo”

seja vc mesmo

“We’re all mad here” (Alice in Wonderland)

alice

“Preserve o planeta Terra, ele é o único que tem chocolate”

“Seja a mudança que você quer ver no mundo”

Se você curtiu e quiser comprar o seu, aproveita que o frete é grátis pra todo o Brasil: http://nacasadajoana.iluria.com/index.html?locale=pt-br

E se você como eu, não está podendo gastar, vêm comigo passar vontade na página do Pinterest e Facebook deles!

PS: esse post foi só eu divulgando um site legal, viu? Nada de publicidade mascarada 😉

4 nomes de marcas que você não sabia pronunciar

Nomes estrangeiros básicos você até consegue dar um jeito de pronunciar sem grandes problemas com as aulas de idiomas da escola…
Mas algumas marcas me causavam grandes dificuldades na hora de falar em voz alta! De grifes internacionais à marca de carro estrangeira. Aposto que você também não tem total certeza da pronúncia certa para “Ermenegildo Zegna”, né? Para aprender, fui atrás da pronunciação correta e agora divido com vocês, 4 nomes de marcas que todo mundo (ou quase) tem dificuldade em pronunciar!

Como eu não sou uma estudiosa das línguas e não sei nada de grafias para pronúncias que só os dicionários utilizam, não liguem para o jeito como eu tento explicar a pronúncia!

1. Tommy Hilfiger

Confesso que até o presente momento, evitava ao máximo falar o nome dessa marca em voz alta. Se fosse necessário, só dizia: Tommy e olhe lá. Ô sobrenome difícil… Ainda bem que internet tá aí pra isso e como pai Google tem resposta pra tudo: tem até vídeo com várias repetições com a pronúncia correta em sotaques diferentes…

Pra quem não quer dar o play, eu adianto a respota: o jeito certo é ~tômi riufaiguer~ (#risos).

2. Levi’s

Quem nunca ouviu falar das famosas calças jeans Levis? Eu acreditava falar corretamente o nome da marca até exatos minutos atrás. Até que comecei a pesquisar para esse post e descobri que estava completamente enganada. Acho que 97% das pessoas também falavam assim como eu: ~lévis~. E o nome americano original não chega nem perto. O certo é: ~livais~ (#acredite).


3. Christian Loubotin

Um dos estilistas mais famosos e desejados de sapatos pelas mulheres, tornou fácil o reconhecimento de seus modelos: só olhar o salto alto associado a uma sola vermelha. Agora ninguém disse que seu sobrenome também ia ter fácil pronúncia. Outra marca que pronunciava erroneamente, mas agora aprendi e divido com vocês! O certo é ~cristian lubutan~.

4. Hyundai

Pra finalizar e sair um pouco do mundo da moda, uma marca de carros que vem roubando a cena no cenário brasileiro. O que ninguém sabia é que todo mundo andava falando errado o nome da montadora coreana. E isso não é só aqui no Brasil, não. Tanto que em 2009, a Hyundai lançou um comercial no Super Bowl muito divertido, mostrando isso! Vale a pena ver! Ah, o jeito certo é ~hiundei~ (like sunday)

Como não consegui achar legendado, vai aqui uma explicação do anúncio: Nas reuniões das principais montadoras pelo mundo, os executivos estão bravos porque a Hyundai ganhou o prêmio de Carro do Ano e não eles. O locutor no final diz: Um único pequeno prêmio e de repente, todo mundo fala seu nome direito. É Hyundai como Sunday.

+PLUS:

Claro que não são somente essas marcas que trazem dúvidas sobre a pronunciação. Por isso, a Bomoda, um e-commerce chinês fashion lançou um vídeo mostrando pessoas se confundindo na hora de falar o nome de grifes famosas. Aposto que você também se confunde para falar: Louis Vuitton, Hermès, L’Occitane e Ermenegildo Zegna, não é?

 

4 anúncios que vão fazer você se apaixonar pela publicidade chinesa

Estava olhando uma coletânea de anúncios JWT de diversos países e comecei a reparar que meus preferidos foram aqueles que vinham do outro lado do mundo!

Esqueça todos os seus preconceitos pela China. País rural atrasado por conta do socialismo? Com certeza, não. O país mais populoso e com a segunda maior área, é também o maior parceiro de negócios da União Europeia e a segunda maior economia do mundo.

Toda essa grandiosidade aparece nesses anúncios minuciosos que separei aqui. A ideia original pode até ser simples, partindo do senso comum. Sacadas universais que podemos identificar na nossa cultura também. Mas a produção por trás fez com o que o resultado final ficasse impecável, incrível.

Não sei se é pretensão demais, mas pra mim, alguns chegam a ser mais obras de arte do que publicidade mesmo (não que as piadas por trás não tenham o lado comercial #masnéfazparte). Curti muito!

1. “Heaven/Hell”

JWT Shanghai para Samsonite (2012) “Inferno/Céu”

Todo mundo, que já tenha ou não viajado de avião, sabe que isso acontece… As malas são “mal tratadas” a partir do momento que você as despacha. Ao mesmo tempo, a marca Samsonite é conhecida por ter os modelos mais resistentes.
Talvez, se o anúncio ficasse apenas nessa de fazer piada a partir de uma situação comum na categoria, ele fosse só mais um. Claro, um anúncio engraçado, mas nada demais. A riqueza de detalhes da ilustração porém, eleva o print para outro nível, muito mais além. A arte é muito boa, no nível: esculturas gregas expostas em museus que você paga para ver. Literalmente. Vale a pena clicar na imagem pra conferir em tamanho maior!

2. “Don’t let germs settle down”

JWT Shanghai para Maxam (2012)  “Não deixe os germes se acomodarem”

Outro anúncio que me ganhou pelos detalhes perfeitos e ricos partindo de uma ideia simples e divertida! Aquele discurso comum na categoria de pastas de dentes, sobre como elas são eficazes na limpeza e prevenção contra germes em sua boa é no mínimo, entediante e batida. Você tem coragem de dizer isso sobre esse anúncio? Não mesmo.

3. “Chinese Wedding”

JWT Shanghai para Henkel/ Pattex (2012) “Casamento chinês”

Esse não é tão artístico assim, do tipo abrir a boca e babar. Mas também gostei da produção e da gracinha por trás: a super cola Pattex que “une até que a morte os separe”. O legal aqui é pensar que as vezes uma cultura diferente da qual estamos acostumados, nem é tão diferente assim no mundão (ou será mundinho?) de hoje. Afinal, a piada é entendida por chineses e brasileiros, não? Ah, vale a pena ver a versão com o casamento de um “óculos”. Só clicar na imagem!

4. “It all begins when you open up the shoebox”

 JWT Shanghai para Anta (2011)  “Tudo começa quando você abre a caixa de sapatos”

Não se deixe enganar pelo nome da marca esportiva Anta. Mais um resultado artístico sensacional, isso sim. O pontapé inicial da campanha foi a construção de esculturas feitas somente a partir de caixas de sapatos. O objetivo era de promover o tênis  que tinha como garotos propaganda, astros da liga nacional de basquete chinesa. A mensagem porém ficou muito mais “esperançosa” do que simplesmente divulgar o produto: a ideia de que uma simples caixa de sapatos pode trazer muito mais do que você imagina.

Todos os anúncios são da JWT Shanghai por 3 motivos: foram os que eu mais gostei, são recentes e não foram difíceis de achar! Mas são várias as agências espalhadas pelo território chinês que entregam trabalhos ótimos. Se você quiser ver mais sobre, aconselho esse site: http://www.creativeadawards.com/tag/china/