4 profissões que um dia já quis seguir

Durante os corridos anos de colegial, as perguntas que curso prestar no vestibular? e que faculdade escolher? assombram todo mundo…  Uns podem ser mais decididos que outros quanto a profissão dos sonhos, mas mesmo assim, a dúvida sempre está no ar. Escolher o que fazer para o resto da vida (há controvérsias quanto a isso) é um peso muito grande para um jovem que só está querendo se formar.

Mas eu não estou falando deste tipo de dúvida! Tchau papo chato! 😉

Queria falar  sobre aquelas profissões dos sonhos que toda criança tem e que as vezes podem ser meio bizarras (no meu caso, sim, com certeza!). Dia das crianças já foi, mas o mês continua aí!

Passei por fases e fases, nenhuma delas querendo ser modelo ou cantora (sorry decepcionar). Porque, né? A criança tinha imaginação fértil, mas a realidade de não ser alta e magra ou afinada era óbvia. Enfim, esses dias estava relembrando essas fases e quis compartilhá-las por aqui 🙂

Com vocês, minha lista de profissões dos sonhos (quando criança):

Kelly Caixa Registradora

1) Operadora de Caixa Registradora no Supermercado

O número 1 da lista, sem dúvidas, foi uma vontade muito forte por algum tempo… Eu ia no supermercado e adorava ver produto por produto passar na máquina que apitava toda vez que reconhecia um código de barras. Digitar no teclado códigos e mais códigos e arrancar a nota fiscal da impressora também me pareciam ser atividades sedutoras para a vida…

Com uns 6 anos (não lembro a idade certa), enquanto a idade pra trabalhar não chegava, ganhei um caixa registradora de brinquedo para ir “treinando” 😉 A prática (mesmo que de brincadeira) surtiu o efeito positivo: acabei desistindo da ideia… Era muito tempo sentada, sabe?

O que me leva a segunda profissão da lista…

2) Assistente de Caixa Registradora

Essa opção unia o útil ao agradável! Eu podia continuar mexendo de vez em quando na “máquina mágica”, mas não só isso, poderia desfilar pelos corredores do supermercado com meus super patins entre uma hora ou outra 😀 Vai dizer, toda criança ficava encantada ao ver aquelas mulheres patinando pela loja! Hoje em dia, nem sei se existe mais essa função… eu pelo menos, nunca mais vi nenhum moça de patins por aí.

Barbie Comissária de Bordo

3) Aeromoça

Voando para profissões mais altas (desculpa, trocadilho bobo), depois do lançamento Barbie Aeromoça, comecei a olhar esse profissão com outros olhos! Glamour define: maquiagem digna, uniforme impecável e poder viajar pelo mundo a trabalho, ganhando pra isso, era só com o que eu podia sonhar. Imagina acordar cada dia em um país diferente? Os filmes do final dos anos 90 e começo dos anos 00 ajudavam também: Voando Alto com Gwyneth Paltrow era clássico de sessão da tarde!

4) Apresentadora de Talk Show

Por fim, a profissão que ainda hoje é dos sonhos quem sabe um dia! Oprah, minha ídola mór inspirou, mas na época valia imitar tudo pra praticar: de Hebe Camargo e Adriane Galisteu a ajudante de palco do Fantasia (brincadeira). Tenho um monte de gravações das minhas tentativas frustradas de apresentar um programa próprio (tempo ocioso de férias escolares dava nisso…). Era tipo “one woman show”, às vezes com convidados especiais (no caso, minha irmã), explorando todos os meus talentos artísticos de: entrevistadora, reprodutora de fofocas, âncora de notícias, garota do tempo e até de promotora de merchandising 😉

No fim das contas, nem tanto perrengue, nem tanto glamour, acabei seguindo  outra opção (triste, eu sei, queria patins pra vida!).

Escolhi cursar Publicidade e Propaganda como faculdade… Vamos ver no que dá 😀

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4 álbuns de figurinha que eu completei (ou quase isso)

A infância foi uma das minhas fases preferidas de vida (não que eu tenha tido muitas, no auge dos meus 19 anos) e sempre lembro com carinho dessas recordações.

Uma diversão dos meus 6 a 13 anos era tentar completar álbuns de figurinhas (ou livros ilustrados, como preferir)! Esses dias lembrei deles e resolvi fazer esse post com algumas curiosidades pessoais! Com vocês, 4 álbuns de figurinha que eu completei (ou quase isso): 

1. TURMA DA MÔNICA

Minha relação com a Turma da Mônica é antiga: aprendi a ler com as histórias dessa baixinha dentuça querida… Depois de alguns meses que o álbum tinha sido lançado (sem muito interesse de minha parte), uma banca perto de casa começou a vender um kit com o álbum e mais 200 pacotinhos de figurinha por um preço bem bacana! O que fiz? Comprei, claro!

Mas como todo criança já sabe, SEMPRE vem repetidas. MUITAS no meu caso. E como ninguém que eu conhecia colecionava esse álbum também, não tinha com quem conseguir as muitas tantas que faltavam. A saída foi pedir direto para a Panini os números que restavam, mas perdeu toda a graça, né? O resultado foi um álbum completo e um bolo enorme de figurinhas repetidas restantes. 

2. W.I.T.C.H. 

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Febre entre as meninas do meu colégio, a revista era leitura obrigatória da quinzena. O problema foi que bem na fase em que o álbum foi lançado, aprontei e fiquei por meses de castigo. O que meu pai achou que fosse uma punição a altura? Ficar sem comprar as tais figurinhas! Chorei, chorei e o resultado foi um álbum só com metade das figurinhas coladas (graças a uma amiga que entendendo a situação, me cedia algumas doações de repetidas). 

3. CHIQUITITAS

Ah, desse não tenho muitas memórias, porque era bem menor. Só lembro de passar intervalos e intervalos trocando figurinhas com as amigas enquanto sonhávamos em ser órfãs para fazer parte da novela também (cada coisa que a gente inventa quando é criança)! Completei com muito orgulho e apego, mas os anos passaram e perdi o álbum, sem nem notar.

4. COPA DA FIFA 

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Mas nem só de frufrus se fez minha coleção. A maior febre de todas, com certeza, vinha a cada 4 anos. E essa sim, mobilizava a escola inteira: meninos e meninas, do infantil ao colegial. Eu nem curtia tanto futebol (até hoje o desinteresse permanece), mas comprava só pela emoção de partidas de “bafão” no meio do intervalo pra ver quem levava as figurinhas mais disputadas. E claro, admirar a beleza dos jogadores italianos e alemães, embora a seleção dos EUA sempre tivesse os jogadores mais bonitos (e menos talentosos, também).

Enfim, foram anos de cofrinhos quebrados para comprar figurinhas que fizeram minha diversão!